Por Miguel Setembrino Emery de Carvalho
O ano de 2011 trouxe, ao fim e ao cabo, um noticiário nada favorável ao cenário macroeconômico mundial. A ameaça de mais uma crise sistêmica da economia global, a exemplo do que ocorreu em 2008, só que desta vez tendo como protagonista a Europa e a Zona do Euro ameaçou colocar, uma vez mais, o mercado imobiliário brasileiro bem no olho do furacão.
Altas taxas de desemprego, inadimplência em larga escala, tanto de países como de seus cidadãos, entre outros cenários tenebrosos, criavam um pano de fundo nada alentador, gerando temores em escala planetária, o que autorizava perspectivas das mais sombrias em relação ao crescimento da indústria imobiliária nacional.






