Câmara de Valores Imobiliários do DF

  • Aumentar tamanho da fonte
  • Tamanho da fonte padrão
  • Diminuir tamanho da fonte
Principais Notícias do Mercado Imobiliário!

QUEDA DOS JUROS BENEFICIA SETOR IMOBILIÁRIO

E-mail Imprimir PDF

Por Miguel Setembrino Emery de Carvalho

Na onda da diminuição das taxas de juros escorchantes que eram cobradas aos consumidores de todo o País, o setor imobiliário também surfou e faturou benesses no saco de bondades oferecido pela equipe econômica do governo federal.

A Caixa Econômica Federal reduziu as taxas de juros do financiamento imobiliário para todos os clientes, dentro do Programa Caixa Melhor Crédito. A redução pode chegar a até 21%, sobre a taxa de juro efetiva, nas condições do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). As novas taxas valerão para os novos financiamentos, contratados a partir do início do 8º Feirão de Imóveis, que começou a acontecer no início deste mês de maio.

As taxas caem para todos os clientes, independentemente do relacionamento, e caem ainda mais para aqueles que optarem por ser clientes da instituição.

Leia mais...
 

2012 MARCA RETOMADA DOS INVESTIMENTOS NA CONSTRUÇÃO

E-mail Imprimir PDF

Pesquisa coordenada por ana Maria de Castro, do núcleo de Sondagem da Construção, e realizada pelo Instituto Brasileiro de Economia  da Fundação Getúlio Vargas aponta que o ano de 2012 marca a retomada dos investimentos no setor de construção e o aumento nas contratações, citando que o Índice de Confiança da Construção (ICST) em março apresentou o melhor resultado da série histórica, iniciada em setembro de 2011.

O índice caiu 6,6% no trimestre finalizado em março, ante -8,4% do período encerrado em fevereiro, o que denota uma recuperação. A coordenadora atribui a retomada dos investimentos a eventos como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos nos próximos anos, ao programa habitacional Minha Casa, Minha Vida e ao fato de ser 2012 um ano eleitoral. "Não se pode dizer que o setor de construção está fraco ou ruim, o ritmo está apenas desacelerado em relação ao ano passado", afirmou Ana Maria Castelo.




Ela citou que alguns segmentos ligados a infraestrutura pressionaram negativamente a confiança do setor de construção no trimestre encerrado em março, porque ainda refletiam a queda de investimentos no ano passado e a crise no Ministério dos Transportes. São eles: "Obras de Infraestrutura para Engenharia Elétrica e para Telecomunicações", com variação de -12,7% ante -9,4% no intervalo encerrado em fevereiro; e "Preparação de Terreno", com variação de -0,9% em março contra 0,1% em fevereiro.

Neste quesito, a queda também se deve à limitação à melhoria dos negócios, pois, segundo a coordenadora da pesquisa, a principal reclamação dos empresários é a escassez de mão de obra qualificada. "Isso afeta seriamente tanto o ritmo de andamento das obras quanto à sua rentabilidade", diz.

Mais força

E o que também deverá movimentar o mercado da construção civil para empresas como MRV, Gafisa e PDG, especializadas em imóveis econômicos foi o anúncio do Governo Federal em liberar R$ 2,8 bilhões para a segunda etapa do programa Minha Casa, Minha Vida.

O valor, anunciado pelo Ministério das Cidades, será empregado para a construção de 107.348 unidades habitacionais econômicas.

 


A meta do governo é contratar mais 220 mil moradias nesta modalidade até 2014.

 

BRASÍLIA EM QUESTÃO

E-mail Imprimir PDF

 

Por Miguel Setembrino Emery de Carvalho

Este mês de março trouxe um elemento de preocupação para todos àqueles que amam e são defensores intransigentes da nossa querida cidade: a visita de inspetores da Unesco que poderia, em tese, retirar da capital o título de Patrimônio Histórico da Humanidade.

Um possível desvirtuamento do projeto arquitetônico e urbanístico original, supostamente decorrente de um avanço indiscriminado da indústria imobiliária, do desrespeito às questões referentes à qualidade de vida dos habitantes, estaria pondo em risco o status quo de patrimônio cultural da humanidade, tão arduamente conquistado pela jovem capital.

O assunto suscitou um acalorado debate, que trouxe à tona antigas questões envolvendo a consolidação da nova capital. De um lado os saudosistas da antiga capital litorânea. De outro, os desenvolvimentistas, que acreditaram no sonho de JK e investiram no progresso de um Brasil interiorano e pujante.

O governo do Distrito Federal, como não podia deixar de ser, se apressou em desmentir a mínima possibilidade de que fato de tal magnitude negativa se abatesse sobre a cidade e sua população, extremamente orgulhosa desta conquista.

Leia mais...
 

Setor imobiliário foi determinante para PIB positivo

E-mail Imprimir PDF

O setor da construção civil cresceu 3,6% em 2011 e foi um dos responsáveis de puxar para cima o resultado da indústria na composição do Produto Interno Bruto brasileiro de 2,7%. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve um avanço da ordem de 3,9% na ocupação das vagas do setor e alta de 24,3% no crédito imobiliário. Em consequência, esse ramo da indústria expandiu 3,1% no último trimestre de 2011 quando comparado ao mesmo período de 2010.

Segundo analistas econômicos, a força do mercado de trabalho e a maior oferta de crédito destinado ao mercado imobiliário mantiveram a construção civil aquecida em 2011. Ainda de acordo com os analistas, a construção civil teve bom desempenho no ano passado em função das políticas públicas, como o programa Minha Casa, Minha Vida.

Leia mais...
 


Página 1 de 12